Vamos Imaginar a seguinte situação, o Brasil vive em um
sistema comunista onde predomina a igualdade seja ela financeira ou jurídica.
Seria tudo muito belo e fantasioso, porém, não passaria de palavras no papel.
Nossa realidade econômica atual não nos permite ser tão subjetivos assim,
afinal não existe nada mais competitivo, financeiramente falando que o próprio
capitalismo.
Estamos falando de
um sistema econômico que muito se assemelha a um vírus, pois seus frutos nos
rendem características perigosas, que infestam nossos ideais com ganância,
avareza, consumismo e principalmente, violência.
A recente crise
econômica, envolvendo nosso atual governo, gerou uma onda de desempregos
absurdos, colocando a maior estatal do nosso país, e uma das maiores do mundo,
a Petrobras, a ter as suas ações vendidas à preços ridiculamente baixos. Isso
afetou drasticamente nossa economia, gerando revolta e indignação por grande
parte da população.
Essa mesma crise é
responsável por colocar o Brasil em uma névoa de violência absurda, onde todos
os dias pessoas são assaltadas, violentadas, e até mesmo mortas a troco de
muitas vezes, nada mais nada menos, que lucro. É fácil ver isso quando vemos a
nossa cidade, Natal, ocupando o ranking de Segunda cidade mais violenta do
Brasil, e a Décima Terceira mais violenta em todo o mundo, ao lado de capitais
como Caracas ( Venezuela), e Guatemala (Guatemala).
Por mais que pareça
clichê, uma solução para a violência, seria o investimento em educação e
projetos sociais. Porém, isso não ocorre devido a não ser uma atividade digamos
“Economicamente rentável”, pois não há um retorno financeiro para o governo.
Mas uma coisa é certa, enquanto o poder e as riquezas continuarem nas mãos de
burocratas e políticos de má índole, facilmente corruptíveis, ao mesmo tempo em
que a população se encontra em um estado deplorável, essa onda de violência e
corrupção não terá previsão nenhuma de acabar.
Luiz Guilherme, 3º ano ensino médio