Todo mundo odeia o Chris...











Todo mundo odeia o Chris



Essa foi uma noticia que li no facebook, um pouco depois da presepada que aprontou o “lutador” brasileiro (que para mim é um artista) Vitor Belfort contra o lutador americano Chris Weidman. Com --meses de preparação, muito auê na mídia e todos os bafafás das redes sócias, esse condenado, não aguentou nem um round, fazendo jus a expressão “Num dá um round”. Isso, na minha humilde opinião, é o estopim no fim da carreira de desportistas que se vendem a mídia e se dão ao luxo de participar de programas de auditório, festinhas, revistas e outras coisas.Pessoas que não colocam a profissão em primeiro lugar, pagam mico, fazem vergonha e ficam com a cara inchada. Quanto ao título do texto, o mesmo faz alusão aos lutadores brasileiros que perderam as últimas três lutas contra o americano, é engraçada a combinação e é vergonhoso para o país que já disseram que o MMA substituiria o futebol na preferência dos espectadores, há, há há, os nossos lutadores tem que melhorar muito. .


                                                                                                  Francisco Leão, professor de Biologia 

Vivi para ver isso...













Vivi para ver isso



Em uma semana que houve a “presepada” de Belfort e o escândalo da FIFA/CBF, o que me chamou a atenção foi a final da copa do rei (30/05/2015 – Campnou/Barcelona). O jogo era entre o incrível Barcelona e o Athletic de Bilbao, que não foi só pelo que essa fascinante equipe fez (Barcelona), mas pela confirmação de uma temporada fantástica, que pode terminar com a ChampionsLeague (Copa entre os principais times da Europa) e também pelo que o jogador extraterrestre, que dizem que é argentino, Lionel Messi fez. Amigos leitores, eu vivi para ver um gol antológico onde esse baixinho deixou três marcadores de uma vez, correu em direção à área e driblou mais um, tocando a bola para morrer no fundo da rede. Esse gol empolgou todos da imprensa e internaltas de todo o mundo. É bom em tempos atuais, onde nada mais nos choca e nem nos alegra muito, ver pinturas como essas.



                                                                                                  Francisco Leão, professor de Biologia 

E o forró vai começar....










Estamos praticamente nos preparando para um dos meses mais esperados do ano: o mês junino. Comida de milho, forró, festas e confraternizações já estão sendo previstas. Claro que nossa escola não poderia ficar de fora. Neste início de mês, dia 4 de junho, estaremos realizando o "Arraiá do CESA", festa sempre esperada e que acontecerá no nosso ginásio, já apelidado de Carlão, em homenagem ao nosso eterno querido professor Carlos Júnior. Compareçam, divirtam-se, cobertura, claro, do CONEXÃO.

                                                                                                          Aguinaldo Nas, coordenador.

Enquanto uns amavam...






Enquanto uns amavam e outros confiavam.
O silêncio dela dizia tudo e um pouco mais.
Entre as suas simples ações de ficar quieta e quando houvesse uma discussão, ela não dizia mais ou menos virava as costas e saia.
Alguns a chamavam de covarde, pois, fugia das coisas; dizia que não assumia.
Ela sentia que de uma maneira ou de outra estava sendo observada e as observações não era nada boas... Ninguém falava. Mas ela percebia.
Ela nunca foi de confiar em ninguém, e nem de se entregar a meras paixões. De certa forma era decidida em suas ações, mas às vezes mostrava o contrário.
No passar dos dias era meiga, doce; porém tinha dias que ser tornava insuportável.
Mas quem fala demais nunca tem nada a dizer; quem lhe critica vive observando o que você faz ou deixa de fazer para dizer que tem algo errado.
 Por isso é preciso ter cuidado. Alguns fingem serem seus amigos, mas na verdade estão prontos para lhe detonar quando menos esperar.

Mas ela sempre estava ciente que existia uma lei da vida: "o que é seu está guardado".


                                                                                                               Evany Braga, 1º ano A

Decepção













Decepção...


Porque elas acontecem?
Porque no mundo em que vivemos dar o nosso melhor nunca está bom?
Sempre é necessário mais e mais?
Pois para ela dar o seu melhor nunca existiu, alguns a criticavam; outros a elogiavam e outros só a observavam. Ela nunca mudou por causa das criticas ou simplesmente pelos  elogios, sempre continuava sendo a mesma.
E por esta pequena atitude era o que a diferenciava das demais; com o seu jeito quieta parecia que nem estava ali, com o seu sorriso radiante e com o seu olhar sincero nem aparentava que tinha algo a temer.
Um dia o que ela temia tanto chegou e a fez mudar...
O amor invadiu não somente a sua mente como suas atitudes em relação aos fatos que aconteciam em seu cotidiano, e esse amor fez com que ela se entregasse de corpo e alma.
Mas alguns amores são duradouros e outros não. Queremos o céu e as estrelas, queremos tudo e um pouco mais.
Porém o que ela mais temia aconteceu.
A decepção chegou. Não adianta fazer mais ou menos, uma hora ou outra ela vai chegar e mudar sua atitude totalmente.

E ela aprendeu: nunca se entregue totalmente. Não deixe a onda te levar para onde quer que ela vá.



                                                                                                                                      Claire Duloren

Abertura dos XXIV jogos internos do CESA










Nesta quarta feira, dia 13 de maio se deu a abertura dos XXIV jogos internos do CESA. Nossa escola comemora os 25 anos de trabalho com um evento maravilhoso, integração completa dos alunos. Uma organização da Coordenação de Esportes na figura do professor Daniel Melo, com contribuição da equipe de esportes e do professor Luiz Henrique firmando o projeto "Música Boa" na escola. Confiram as fotos e vídeos.

                                                                                                                    Aguinaldo Nas, coordenador















Enquanto ela dormia









Enquanto ela dormia.


Enquanto todos brigavam, ela dormia. Mesmo estando presente, ela dormia. Dormia em seu interior, onde ninguém iria perturbá-la e nem interferir em seus pensamentos. Dormia para não ouvir discussões que não lhe agradavam, que não iam levar à nada. Ela sempre foi daquele tipo de menina que gostava de sentar sozinha e colocar o seu fone de ouvido, ninguém lhe atrapalhava e ela não atrapalhava ninguém. Ela ia para a escola sem maquiagem, com o cabelo despenteado e uma cara de sono. Ela era aquela menina que não gostava de papo furado, não queria saber o placar do jogo, ou da festa que teve no dia anterior. Ela simplesmente gostava dos momentos, apreciava calmamente o pôr do sol e a tarde chuvosa como que aquilo lhe fizesse um bem danado,'' uma renovação'', ela preferia dizer. Sinceramente, ela lamenta muito das pessoas que não ''dormem'', são pessoas que não conhecem o verdadeiro sabor da vida, ainda não sabem o quanto é bom ''dormir''.


                                                                                                                         Clarice Doyle

Onde anda aquele amor?








Onde anda aquele amor ?

Lembro-me bem daquelas noites em que íamos à praia,
Eu deitava em seu colo e você mexia em meu cabelo
A lua cheia nos vigiava,
O clarão dela refletia em seus olhos
E através deles eu podia ver seu coração.
Não volta mais!
Lembro-me de quando trazia flores sem motivos,
Nem ao menos era data especial
Quão cavalheiro você era.
Aqueles dias em que me acompanhava até o portão de casa
Não volta mais!
Me diga, onde anda todo aquele amor?
Não acabara assim, tão depressa
Sei que em algum lugar dentro de ti há um pedacinho meu
Minha voz, meu rosto, meu cheiro.
Todos aqueles beijos, conversas e declarações
Onde andam?
Não peça-me para te esquecer
Aliás, o que você está fazendo para me esquecer?
E aquilo que um dia foi tudo para nós,
Hoje não passa de um conto de fadas
Em que existem príncipes e princesas
E o nosso é aquele amor proibido,

Que os dois personagens sofrem sozinhos, cada um em seu quarto.


                                                                                                        Clarice Doyle

Missa do dia das mães









Acontecerá hoje, 05.05.2015, a tradicional missa em homenagem às mães. Todos, alunos, familiares, estão convidados a participar deste momento.

                                                                                                                    Aguinaldo Nas, coordernador.

Vencedora da promoção









E aqui está a premiação da vencedora da promoção dos 5000 clicks. A senhora OSILEIDE DE LIMA BEZERRA, nos presenteou com a frase "Mais de 5.000 visitantes, no blog dos jovens pensantes, hora de celebrar, Conexão CESA veio pra ficar! "

                                                                                                Aguinaldo Nas, Coordenador  





E se tentarmos viver?









E se tentarmos viver?

É, eu e você, fazer a mochila e sumir. Eu te mostro por onde passei, os monstros que enfrentei e de quais eu me escondi. Tu me mostras por onde andou e onde perdeu os cacos do coração remendado que tentou recompor. Te mostro novas cores, novos mundos e sabores. Tu me fala sobre história, sobre o passado, a arte, sobre você;  te conto sobre mim, te digo o que aprendi e como sobrevivi nesse mundo inconstante, as almas que conheci e as histórias de suas covas. Eu não fui bom na escola, não virei o ano sem cola ou tirei dez em provas, mas eu sei da vida, de chegadas e partidas, também conheço despedidas.

Posso te levar pra passear pela vida, juro que pago um sorvete. Seguro tua mão se tiver medo do que enxergar, paramos pra descansar, podemos também dançar antes da chuva cessar, só pra ter o que contar quando perguntarem se foi bom. Prometo que não vou fumar se tu jurar não dizer que não é boa o bastante pra esse peito errante que eu guardei pra você. Não implico com tuas músicas ou tuas séries, teu nome, tua voz, tuas pernas, teus sonhos, teus desejos absurdos ou teu medo de errar.

Pode ser um amor de verão, ser paixão, transa, sarro, momento, amasso, beijo, lágrimas , pudor, amor; pode ser na tua cama, na minha, no chão, na praia, na rua, pode ser minha, eu deixo, eu mordo mas eu não mato, eu mastigo mas não maltrato uma moça bonita assim. Posso ser gentil ou grosseiro, como a moça preferir. Só não posso viver por aqui, sem te conhecer ou pensando o que poderíamos viver, enquanto olho pela janela os carros correndo, com a velocidade do tempo que não podemos perder.

Pode ser um beijo, o que você ainda me deve, demorado e de leve, pra eu poder imaginar no instante em que acontece, uma nova forma de te amar; dois beijos, ou três, o que puder me dar; só não me dê as costas de novo ou olhe com o olhar de quem quer ficar, mas está indo, de quem quer voltar mas está partindo por medo de algo que não entendo. Pode ser? Que mal há?

Só não me deixa viver, viver ou morrer sem saber do teu gosto, não proporcione o desgosto de não saber como é provar de uma mulher que me atrai sem esforço, que me fisgou, me pôs no bolso como as moedas de troco do seu café da manhã. Não olhe assim, como se pudesse ficar, como se pudesse amar alguém tão igual a você; sabemos que não seremos mais que bons amigos com um toque de paixão pra diferenciar...


Não sabemos de nada.


                                                                                                                       Luanna Souza, 1º ano B

Semana da Consciência política









Hoje terminou o circuito de palestras sobre a consciência política no CESA. O assunto escolhido para o fechamento foi reforma política, palestra proferida por Rogério. Ele trouxe reflexões sobre a necessidade de uma reforma política e os problemas relativos ao assunto. Questionou sobre: quais são as principais propostas da reforma política? A quem não interessa a reforma política? Ele discorreu sobre o voto paritário; financiamento público de campanhas e eleições em dois turnos. A participação ativa dos alunos foi surpreendente, com perguntas pertinentes e atenção ao que foi discutido. A temática exposta durante a semana foi fundamental para a formação acadêmica e política dos estudantes dos anos finais, ensino fundamental e ensino médio, deixando no ar o desejo por outros eventos dessa natureza.

                                                                                                              Luiza Fontes, Conselheira