Confiar. Palavra forte e de grande
apresso para alguns; mas para outros não adianta de nada...
Ela tinha o seu ponto seguro, sempre que
ela estava na dificuldade tinha onde se amparar.
Fofocas... para ela parece que só essa
palavra caracteriza toda a sociedade, não existia exceções... Ela só acreditava
nas pessoas que amava e ponto final. O resto não a interessava.
Porém, o inesperado aconteceu, amar é uma
arte; mas nem todos são artistas. E seja talvez no amar que criamos a
confiança. A ponte que liga você a um indivíduo que queres bem.
E
der repente a ponte cai. Uma coisa que você não falou vira verdade na boca de
um, que passa para a boca do outro... ficando nesse ciclo vicioso que é a
mentira e destruindo a sua imagem.
Os detalhes por menores que sejam sempre
farão a diferença. Não importa o que seja. Não importa o seu jeito de pensar ou
de agir, ela aprendeu que se pode ter confiança. Mas sempre desconfiado.
Clarice Doyle

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