Direitos humanos: na papel uns, na prática outros.

         Nossa sociedade passou por um período delicado de sua história entre os anos de 1964 e 1985. A ditadura reprimiu os indivíduos e os direitos humanos dos cidadãos tornaram-se apenas uma utopia. Ainda hoje, guardamos conosco resquícios daqueles tempos em que não se tinha o direito de ir e vir.

            A cidadania brasileira ratificada pela constituição cidadã de 1988, foi conquistada recentemente e ainda precisa de muito para se tornar plena. Questiona-se, por exemplo, o fato de a polícia ser militarizada, exatamente como na época da ditadura. Ironicamente, aqueles que seriam uns dos responsáveis por garantir os direitos humanos da sociedade, não têm os seus próprios respeitados.

          Entretanto, a despeito de sermos um dos países com a maior concentração de renda do mundo, temos uma cidadania que evolui a passos lentos, mas que já conseguiu dar grandes saltos como legalizar o casamento gay e instituir a lei Maria da Penha. Essas conquistas foram adquiridas devido à pressão de setores da sociedade, comprovando o fato de que o Estado não se constitui apenas por políticos, mas principalmente por cidadãos.

          Fica notório, portanto, que nossa cidadania está em construção e, assim, os direitos humanos previstos no papel ainda não são vistos reproduzidos inteiramente na prática. Para mudar essa situação, é necessário que o indivíduo não se destitua do Estado,  que a escola inicie seus alunos no mundo político e que a militâncias já existentes se intensifique. Assim, a nossa democracia será realmente plena e explícita.

    Natália,aluna do 3º Ano

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