ETERNITY
Quão morosa e incerta hora desatinaAo eterno amor e à primavera ainda
Vão os pássaros tornando-nos abrigo
Nos refúgios incontidos do infinito
Pouco seja o esperar visto que finda
Desconforto no olhar que te procura
Bela imagem a vagar por sobre os sonhos
Aproxima-se levemente em tom tristonho
E o sorriso a desabar sobre a agonia
Que descobre-se em princípio na loucura
"Abra os olhos" - uma voz que se inicia
Adverte-me que tudo está como antes
Outra vez guardo comigo os desejos
Qual espectro a vagar sozinho à noite
Aguinaldo Nas
Toda vez que leio textos assim fico refletindo '~'
ResponderExcluirEles pertencem a essa categoria da reflexão
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